Sinto-me presa, agarrada ao Nada.
Um nada imenso, aberto, suspenso,
Um nada que me inunda,
Que me afoga e me perturba;
Nada que sendo nada é Tudo!
Um nada alheio, vazio, cheio,
Onde flutua o "eu" confuso,
Entre outros, tantos e poucos
Ou simplesmente entre " nadas".
E nada tendo, tenho
Lamentavelmente
O Nada de nada ter.
Manuela Becken
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